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Emprego Londrina

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Situação dos empregos Londrina

O artigo abaixo demonstra a quantidade de pedidos de demissão que ocorrem em Londrina.

O percentual de trabalhadores que pedem demissão em Londrina supera a média dos Estados da região Sul, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Enquanto no Sul 40% dos desligamentos são frutos de pedidos de demissão, em Londrina, somente em janeiro, esse índice foi de 48%. Foram 3.176 trabalhadores demitidos e 3.035 que pediram demissão. Em fevereiro, o número ficou próximo: 45,7% dos 6.872 desligamentos ocorreram por iniciativa do trabalhador.

A situação de emprego Londrina: De acordo com a consultora de empregabilidade Viviane Rodrigues, da Caput Consultoria, isso acontece porque as pessoas têm buscado novas oportunidades no mercado de trabalho, quando não encontram o que esperam na empresa em que estão. “E não é só remuneração, são benefícios, bom relacionamento com as pessoas. O mercado está seduzindo, está assediando o trabalhador. Tem muitas oportunidades”, garante.

Sentir-se bem é mais importante que o salário Após um ano e quatro meses trabalhando em uma empresa de vendas, no início deste ano a jornalista Nara Chiquetti, 25 anos, pediu demissão para trabalhar na comunicação de uma entidade de Londrina. Ela conta que, apesar de ter recebido uma promoção no emprego anterior, que ia ao encontro dos estudos que realizava em sua pós-graduação, não havia mais perspectiva de crescimento na empresa. “Foi uma experiência positiva no cargo. Segui procurando vagas na área em que estava atuando e na área em que tenho formação. Foi quando surgiu outra oportunidade, um novo desafio.” Nara conta que já havia sinalizado ao gerente o descontentamento com algumas posturas da empresa. “Tanto que quando fui pedir demissão, disse que tinha recebido uma proposta e queria o desligamento e ele só me olhou e disse: nem vai pedir uma contraproposta? Eu disse não, porque um possível aumento de salário não compensaria o estresse que estava passando lá.” Ela avalia que, mais do que o salário, o importante em um emprego é sentir-se bem. “É onde a gente passa a maior parte do dia, né? Então, foi uma conquista, um novo desafio, um estímulo mudar de emprego”, comemora. Uma bacharel em direito de 23 anos, que prefere não se identificar, conta que trabalhou durante nove meses como auxiliar jurídico em um escritório de advocacia. Em março ela resolveu pedir demissão, não só pelo baixo salário que recebia, mas pela pouca oportunidade de aprender. “Entrei pensando em aprender a profissão e nem cheguei perto disso. Pedi demissão, mas não para arrumar outro emprego. Estou só estudando agora.”
A especialista explica que o fenômeno não é observado somente nas vagas que exigem muita qualificação. “Na construção civil, por exemplo, existe bastante trabalho e muitas pessoas estão mudando de emprego.” Apesar dos jovens terem “mais coragem”, segundo Viviane, os trabalhadores mais antigos também se arriscam em novas oportunidades, porém com mais planejamento. “Os jovens são mais seguros. Mas, em geral, ninguém sai de um emprego sem ter algo em vista. Ou está mandando currículo, ou está sendo sondado por outra empresa, ou já recebeu uma oferta”, detalha.

A psicóloga Natália Pascon Cognetti, consultora de RH da Admita, acredita que os números enfatizam um grande desafio das empresas atualmente: reter talentos para emprego londrina. Apesar das boas oportunidades disponíveis por conta do mercado aquecido, a quantidade de bons perfis para assumi-las é menor, avalia Natália. “Isso faz com que os bons profissionais empregados tenham propostas novas e interessantes à disposição, podendo escolher qual preferirem.” Para ela, os pedidos de demissão não são fruto de boas propostas apenas, mas de questões de autoestima e automotivação, que acabam influenciando o aumento do índice. “Pesquisas mostram que um bom gestor pode extrair um porcentagem elevada de produtividade de seus colaboradores. A falta de valorização e pouca possibilidade de crescimento também são fatores considerados na hora de se desligar de uma oportunidade.”

Para Viviane Rodrigues, não existe emprego seguro atualmente, mas existe trabalho, emprego londrina. “Essa é a tendência da empregabilidade. As relações de formalidade e informalidade mudam com o tempo. As boas empresas, que querem oferecer bons serviços, sabem pagar os trabalhadores e querem os bons.” Natália Cognetti afirma que, durante as consultorias, tem-se percebido que muitos candidatos se desligam do emprego por terem consciência do mercado aquecido e das melhores oportunidades “aqui fora”. “É comum ouvirmos hoje em dia o termo ‘headhunter’, que são profissionais que atuam diretamente na busca dos melhores executivos com perfis pré-estabelecidos dentro do mercado de trabalho.”